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	<description>Indígenas reeducando o Brasil - a verdadeira história e cultura dos povos indígenas</description>
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		<title>EDUCAÇÕES: UM JEITO DE SER E ESTAR NO MUNDO</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Sep 2015 17:34:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Aracy Tupinambá]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[rascunho]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Severiá Maria Idioriê Xavante Os A’uwẽ Uptabi são povos caçadores, povos do sonho. Ser povo verdadeiro é ter ligação com o meio em que vive. Os ritos de passagem tem ligação direta com os animais, plantas, montanhas, cerrado. Para os A’uwẽ Uptabi tudo está interligado desde antes do nascimento quando os pais se preparam utilizando banho de ervas, cordinhas nos pulsos e tornozelos. Preparam-se para gerarem os filhos e depois após o parto cuidar da criança em todas as fases da vida. Pais e filhos tem uma ligação forte. Tudo está interligado desde a primeira respiração até o último suspiro. Exatamente como disse o Chefe Indígena Seattle: Somos apenas um elo da corrente. A cultura Xavante é sempre vivida em grupo. E, por isto a criança vai se educando com a própria vida. E, por isto, aprende a viver melhor a cada dia. O viver em grupo ensina o convívio consigo e com os outros. Os Xavante dividem-se em dois clãs: Ӧwawẽ(Grande rio) e Poredzaono (Girino). Os casamentos são celebrados entre estes dois clãs. A partir dos onze anos, as crianças, meninos e meninas iniciam seu aprendizado rumo ao mundo adulto, num processo de, aproximadamente, cinco anos, afastados do convívio social e dos pais. Os meninos vão para a casa de reclusão denominada Hö, Casa dos Adolescentes. As meninas participam com os meninos do seu grupo de idade dos ritos de passagem, mas vivendo em suas casas, mais próximas às Nos processos de aprendizagem A’uwẽ Uptabi, o corpo aprende a suportar o frio, o calor, o cansaço, sede, fome. Seu corpo em contato com o ambiente e ligado a ele cria o equilíbrio entre mente, corpo e espirito. O ser humano completo trabalha para manter o equilíbrio todos os dias. E, junto aos seus; sob o luar, entre risadas, cantos e danças permite que a vida se renove. Atualmente, um dos novos espaços de aprendizagem é a escola. A comunidade da aldeia Wede’rã tem construído processos de aprendizagem baseados em sua tradição educacional. São processos de aprendizagem que buscam na interculturalidade conhecimentos que fortaleçam suas identidades e seus jeitos próprios de ver o mundo. Interculturalidade aqui entendida como diálogos entre culturas. No tags for this post.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por Severiá Maria Idioriê Xavante</strong></p>
<p>Os A’uwẽ Uptabi são povos caçadores, povos do sonho. Ser povo verdadeiro é ter ligação com o meio em que vive. Os ritos de passagem tem ligação direta com os animais, plantas, montanhas, cerrado. Para os A’uwẽ Uptabi tudo está interligado desde antes do nascimento quando os pais se preparam utilizando banho de ervas, cordinhas nos pulsos e tornozelos. Preparam-se para gerarem os filhos e depois após o parto cuidar da criança em todas as fases da vida. Pais e filhos tem uma ligação forte. Tudo está interligado desde a primeira respiração até o último suspiro. Exatamente como disse o Chefe Indígena Seattle: Somos apenas um elo da corrente.<br />
A cultura Xavante é sempre vivida em grupo. E, por isto a criança vai se educando com a própria vida. E, por isto, aprende a viver melhor a cada dia.</p>
<p>O viver em grupo ensina o convívio consigo e com os outros. Os Xavante dividem-se em dois clãs: Ӧwawẽ(Grande rio) e Poredzaono (Girino). Os casamentos são celebrados entre estes dois clãs. A partir dos onze anos, as crianças, meninos e meninas iniciam seu aprendizado rumo ao mundo adulto, num processo de, aproximadamente, cinco anos, afastados do convívio social e dos pais. Os meninos vão para a casa de reclusão denominada Hö, Casa dos Adolescentes. As meninas participam com os meninos do seu grupo de idade dos ritos de passagem, mas vivendo em suas casas, mais próximas às Nos processos de aprendizagem A’uwẽ Uptabi, o corpo aprende a suportar o frio, o calor, o cansaço, sede, fome. Seu corpo em contato com o ambiente e ligado a ele cria o equilíbrio entre mente, corpo e espirito. O ser humano completo trabalha para manter o equilíbrio todos os dias. E, junto aos seus; sob o luar, entre risadas, cantos e danças permite que a vida se renove. Atualmente, um dos novos espaços de aprendizagem é a escola.</p>
<p>A comunidade da aldeia Wede’rã tem construído processos de aprendizagem baseados em sua tradição educacional. São processos de aprendizagem que buscam na interculturalidade conhecimentos que fortaleçam suas identidades e seus jeitos próprios de ver o mundo. Interculturalidade aqui entendida como diálogos entre culturas.</p>
</p>
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		<title>Voto Indígena para quem?</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Jul 2014 13:41:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Alex Makuxi]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Ajudando o Professor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Juruna &#8211; As verdadeiras Lideranças deixam suas marcas A população indígena brasileira, conta hoje com aproximadamente 305 etnias indígenas, falantes de 274 línguas indígenas e de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE (censo 2012) a população indígena é estimada em 896.900 mil indivíduos. E já imaginou pra onde vai essa quantidade de voto? Uma das ultimas bandeiras de lutas, que ainda permanece entre a população indígena, é ter “um índio no poder”. Sim! No poder legislativo. São inúmeras as candidaturas indígenas que acontece a cada ano de eleição. Mais é preciso analisar que, desde Mário Juruna, a população indígena jamais teve alguém que realmente nos representasse dentro da Câmara do deputados, das Assembleias Legislativas e nunca vimos um se quer no senado. Nas prefeituras municipais, e nas câmeras de vereadores já é possível ver essa mudança de realidade. Mais o efeito desses cargos municipais não causam impactos positivos muito grande nas politicas indígenas, visto que são casos isolados.   Agora é mais do que nunca é preciso analisar, pra onde vai o voto da população indígena, se não conseguirmos eleger um representante estadual. O ano de 2014, já recebeu a dose dessas candidaturas, mais se não amadurecermos o nosso conceito de “voto”, essa realidade não muda. Pegando como exemplo Roraima, que busca eleger a alguns tempo eleger um representante. Que toda eleição, essas candidaturas são frustradas. O que temos a pensar? As máquinas do governos, os grandes caciques políticos, os donos do dinheiros e outros, já conhecem e sabem da força que o movimento indígena tem, por isso antes de tudo, eles são os primeiros a desarticularem e romperem esse movimento. Como? Simples, o primeiro passo que acredito ser visto em todos os estados é escolher alguém de nós! É um dos mais fracos, que se vende a troco de bugigangas, e de presentes baratos. E aí quando o movimento indígena lança um candidato indígena, os movimentos anti-indígenas lançam dois ou três candidatos indígenas. O pior é qu e, alguns desses candidatos aliados a movimentos anti-indígenas, nós ainda tivemos o desgosto de chamar de “liderança”. Uma outra analise que deve ser feita, é a compra de votos nas comunidades indígena, que é claro a mais destruidora máquina de candidatos indígenas ligado ao movimento indígena. É preciso notar que os candidatos indígenas que disputam o pleito não tem grana pra comprar voto, pra distribuir telhas, redes, embora se tivesse, as verdadeiras lideranças jamais fariam isso. Cabe a nós povos indígenas e simpatizantes, articular, conscientizar nosso próprio povo, embora isso não seja uma tarefa muito fácil, pois historicamente alguns sempre se vendem em troca de poucas moedas.   No tags for this post.]]></description>
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<dt class="wp-caption-dt"><a href="/wp-content/uploads/2014/07/juruna.jpg" class="lightbox" ><img class="size-medium wp-image-2088" alt="juruna" src="/wp-content/uploads/2014/07/juruna.jpg" width="240" height="184" /></a></dt>
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<address><span style="color: #ffffff;"><strong><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;">A população indígena brasileira, conta hoje com aproximadamente <span style="font-size: medium;">305 etnias indígenas, falantes de 274 línguas indígenas e de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE (censo 2012) a população indígena é estimada em 896.900 mil indivíduos. E já imaginou pra onde vai essa quantidade de voto? </span></span></strong></span></address>
<address><span style="color: #ffffff;"><strong><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: medium;"> Uma das ultimas bandeiras de lutas, que ainda permanece entre a população indígena, é ter “um índio no poder”. Sim! No poder legislativo. São inúmeras as candidaturas indígenas que acontece a cada ano de eleição. Mais é preciso analisar que, desde Mário Juruna, a população indígena jamais teve alguém que realmente nos representasse dentro da Câmara do deputados, das Assembleias Legislativas e nunca vimos um se quer no senado.</span></span></strong></span></address>
<address><span style="color: #ffffff;"><strong><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: medium;">Nas prefeituras municipais, e nas câmeras de vereadores já é possível ver essa mudança de realidade. Mais o efeito desses cargos municipais não causam impactos positivos muito grande nas politicas indígenas, visto que são casos isolados.</span></span></strong></span></address>
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<address><span style="color: #ffffff;"><strong><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: medium;">Agora é mais do que nunca é preciso analisar, pra onde vai o voto da população indígena, se não conseguirmos eleger um representante estadual. O ano de 2014, já recebeu a dose dessas candidaturas, </span></span></strong><strong><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: medium;">mais se não amadurecermos o nosso conceito de “voto”, essa realidade não muda.</span></span></strong></span></address>
<address><span style="color: #ffffff;"><strong><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: medium;"> Pegando como exemplo Roraima, que busca eleger a alguns tempo eleger um representante. Que toda eleição, essas candidaturas são frustradas. O que temos a pensar? As máquinas do governos, os grandes caciques políticos, os donos do dinheiros e outros, já conhecem e sabem da força que o movimento indígena tem, por isso antes de tudo, eles são os primeiros a desarticularem e romperem esse movimento. Como? Simples, o primeiro passo que acredito ser visto em todos os estados é escolher alguém de nós! É um dos mais fracos, que se vende a troco de bugigangas, e de presentes baratos. E aí quando o movimento indígena lança um candidato indígena, os movimentos anti-indígenas lançam dois ou três candidatos indígenas. O pior é qu</span></span></strong></span></address>
<address><span style="color: #ffffff;"><strong><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: medium;">e, alguns desses candidatos aliados a movimentos anti-indígenas, nós ainda tivemos o desgosto de chamar de “liderança”. Uma outra analise que deve ser feita, é a compra de votos nas comunidades indígena, que é claro a mais destruidora máquina de candidatos indígenas ligado ao movimento indígena. É preciso notar que os candidatos indígenas que disputam o pleito não tem grana pra comprar voto, pra distribuir telhas, redes, embora se tivesse, as verdadeiras lideranças jamais fariam isso. </span></span></strong></span></address>
<address><span style="color: #ffffff;"><strong><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: medium;"> Cabe a nós povos indígenas e simpatizantes, articular, conscientizar nosso próprio povo, embora isso não seja uma tarefa muito fácil, pois historicamente alguns sempre se vendem em troca de poucas moedas. </span></span></strong></span></address>
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		<title>Ipuné Kopenoti Terenoe, Cerâmica Terena</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Jul 2014 22:47:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Marina Cândido Marcos]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[Cerâmica Terena]]></category>

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